“Não gostaria de ser julgado como quem enfatiza o óbvio, mas julgo necessário reafirmar da mesma maneira que Paulo repetia suas exortações aos Filipenses (Fp.3:1) – O que há muito venho sendo exortado: que a evangelização agressiva ao estilo apostólico é necessária. Paulo previa que em determinado período na história da Igreja, haveriam de surgir grupos contrários à doutrina bíblica como única regra de fé, e tentariam adulterá-la, adaptando-a conforme as suas próprias concupiscências (Tm.4:3,4). Por esse motivo devia-se pregar, instar, redarguir, repreender e exortar com grande amor a tempo e fora de tempo, (2Tm.4:2), ou seja, cada oportunidade de anunciar o evangelho deve ser aproveitada com a máxima diligência. Esse princípio foi praticado na íntegra por Daniel Berg desde as suas viagens pelo interior da Ilha de Marajó, no Pará: mesmo sem saber expressar com clareza língua portuguesa, em cada pessoa que encontrava via uma alma perdida que precisava urgentemente do Salvador. Era como se fosse a última oportunidade daquela alma; e se ele, como pregador, não anunciasse as boas novas de salvação, o Senhor haveria de requerer responsabilidade (Ez.33:7-9). Outro princípio paulino que bem assegura o desenvolvimento deste tema é encontrado em 1Co.9:22, onde o apóstolo busca todos os métodos disponíveis ao seu alcance, e, até as alternativas que estavam além das suas possibilidades para salvar os seus ouvintes. Por isso sugere no texto: “Fiz-me tudo, para todos, para que por todos os meios chegar a salvar alguns”. A aplicação da estratégia de Paulo para os nossos dias, pode-se resumir da seguinte maneira: utilizar todos os métodos pedagógicos; todos os meios de comunicação; todos os equipamentos tecnológicos disponíveis e investir todo o dinheiro, em todos os lugares, a qualquer hora, como todo pessoal, com todas as forças, com todo ânimo, com todos os instrumentos e grupos musicais recomendáveis, etc. para pregar o evangelho”. (Pr. José Wellington B. da Costa – Revista Obreiro – Abril / Maio 1996).

Porque fazer missões? Para expansão do Reino.

A Igreja que representa o Reino de Deus na terra, é comparada a:

1 – Rede – Mt.13:47;

2 – Grão de mostarda – Mt.13:31,32;

3 – Fermento – Mt.13:33;

4 – Semente – Mt.13:4,8.

Obs.: A expansão da Igreja primitiva: através da perseguição.

Para Que o Mundo Saiba Das Boas Novas – Mt.24:14:

– Os despenseiros das boas novas estão na Igreja; 1Co.4:1.2.

Para Testemunho a Todas as Gentes – Mc.16:15, At.1:8. Preparação da Chegada do “Fim”:

– Um mau exemplo: Igreja de Éfeso – Ap.2:1 (a perda do entusiasmo do primeiro amor).

– Um bom exemplo: Igreja de Filadélfia – Ap.3:7 (Igreja dedicada à obra missionária).

“Quem realiza a obra do ministério não são os ministros, mas os membros da Igreja, segundo escreveu Paulo em Ef.4:11-13. Eles são treinados e aperfeiçoados para a obra do ministério. É a Igreja que evangeliza, prega e ora pelos doentes… Podemos ser uma Igreja evangelística se realizarmos nossas estratégias. Infelizmente estamos discutindo o ontem, enquanto o amanhã se apresenta para nós hoje. Os métodos mudam, mas a mensagem permanece. Precisamos dispor de métodos adequados à realidade atual. Diria até que todos métodos adequados às realidades regionais… As estratégias têm de ser aplicadas de acordo com a situação que estamos vivendo”. “Geremias do Couto – Revista Obreiro – Abril/Maio 1996”.

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Fonte: Seminário Yosef

 

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