A igreja Assembleia Deus Missão aos Povos promoveu no dia 09/12/2015 um jantar para a comunidade de Haitianos que vivem em Uberlândia. Parte deles congregam na ADMP.
O presidente da igreja, pastor Álvaro Sanches, manifestou seu desejo em ajudar os imigrantes a terem uma vida melhor no Brasil. Para isso, colocou à disposição o departamento jurídico da igreja a fim de auxilia-os.
Outra iniciativa manifestada pelo líder é o desejo de um dia enviar um dos haitianos de volta para sua nação como missionário sustentado pela igreja, para que ele pregue o evangelho de Cristo e mude a história de seu povo.

Está sendo elaborado um projeto especial para eles, uma vez que muitos deles não falam muito bem o português, precisando contar com o apoio dos missionários da igreja que falam a língua francesa. O auxílio aos haitianos compreende tanto na questão secular (ajudando quanto a aquisição de trabalho) quanto a espiritual (discipulado e desenvoltura ministerial).

jantar

Sobre a imigração

O ano de 2010 marcou o início da imigração haitiana no Brasil. A entrada dos haitianos começou a ser notada no mês de fevereiro de 2010, logo após o terremoto, que sacudiu violentamente o Haiti, e em particular a capital, Porto Príncipe.[11] A catástrofe provocou a morte de mais de 300 mil pessoas e deixou cerca de 300 mil deslocados internos.

A presença de haitianos no Brasil era quantitativamente inexpressiva até então. Segundo dados do IBGE, em 1940 viviam no Brasil 16 haitianos; em 1950 – 21; em 1960 -159; em 1970 – 90; em 1980 – 127; em 1991 – 141; em 2000 – 15; e em 2010 – 36 pessoas. [12]

Com a presença no Haiti da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti – MINUSTAH, comandada pelo Brasil desde 2004, os haitianos passaram a ver o Brasil como um ponto de referência. Após o terremoto de 2010, que desencadeou uma grande onda de emigração no Haiti, o Brasil passou a ser um dos destinos preferenciais dos migrantes, dada a dificuldade de entrada nos países de emigração tradicional (Estados Unidos, Canadá, República Dominicana, França, etc.). Atualmente cerca de 50 a 100 haitianos entram por dia no Brasil de maneira indocumentada, pelo estado do Acre. [13] [14]

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Fonte: Wikipédia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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