Nas últimas décadas o mundo tem visto uma religião que saiu do deserto em busca do Ocidente, forçados ou não, cada dia muçulmanos cruzam fronteiras levando consigo patriotismo com o Islã.

Dos 1.7 Bilhões de muçulmanos hoje no mundo, apenas uma minoria conhece de fato o que é essa crença. Até as poucas informações que você vai ter neste artigo, mesmo que sejam 100% islâmicas, são desconhecidas por quase todos os seguidores de Maomé.

É uma crença confusa, sem explicação, sem coerência (leia a Sura 2 para ver a organização de assuntos) e autocontraditória. O islã nasceu de um grande “disse me disse” cada um quis dizer algo da sua maneira, então, surgiram o alcorão e hadiths (contos de Maomé) de tradição oral.

Não há como afirmar um número preciso, mas poucos muçulmanos aceitaram o Islã, quase todos seguem a religião por “herdarem”, não escolheram crer, foi imposto, sem chance de conhecer outra crença, é uma obrigação, o feto no ventre ainda sem consciência, já é muçulmano.

Muitos ocidentais que aceitam seguir esta crença, são pessoas ainda com o senso de liberdade, e quando descobrem a verdade sobre o Islã, muitos abandonam.

Acredita-se que se os líderes muçulmanos mudassem as regras e deixassem livre escolha para todos os muçulmanos seguirem ou não o Islã, os 1.7 bilhões, seriam reduzidos a milhares em pouco tempo.

O que sabemos é que eles estão cada vez mais presentes no nosso meio, tentando ganhar espaço, ou dominar. Uns anos atrás assistíamos aos noticiários sobre atentados e não nos preocupávamos muito, hoje, podemos ter um vizinho simpatizante da Jihad (luta pela religião).

Um vídeo postado em 19 de julho de 2015, (link no fim do artigo), mostra Nasser Fares, um líder muçulmano no Brasil divulgando as metas para o Islã ser a terceira maior crença no país, (após católicos e evangélicos); e alvos para solidificar a religião em 20 anos, todos os muçulmanos unidos para trabalharem em favor do Islã.

Segundo Nasser “O Islã prega o amor, paz, união e a caridade”, mas o sangue de milhares de pessoas derramado pelo mundo desmente isso.  Fares ainda diz “o Islã não fala de guerra, e sim de amor e caridade”, não sei se ele conhece “A grande comissão islâmica”:

 

“Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras

(cristãos e judeus), onde quer que os acheis; capturai-os,

acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam,

observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho.

Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo”.

Sura 9:5

 

Estas são as últimas palavras de Maomé que estão no Alcorão, a sorte dos não seguidores do “profeta” hoje é que apenas uma minoria interpreta esta passagem literalmente.

O líder islâmico no vídeo diz que para alcançar os alvos vão construir 5 escolas muçulmanas em São Paulo e espalhar mais mesquitas pelo Brasil, a dificuldades deles no momento é a falta de líderes que falam português. No fim do discurso do líder muitos gritam, “Alah Huakbar” (deus é grande).

Como pode então uma crença tão primitiva, e com regras difíceis e confusas ser aceita fora do deserto?

Quando o Islã foi ganhando terreno no mundo (isso desde século VII), a fé se “ajustou”, criou mecanismos de se camuflar, mas não de adaptar. Encontramos diversos ensinamentos nos livros islâmicos mais importantes que dão ferramentas incríveis para a islamização do mundo:

– Takiyya

É permitido mentir se for para proteger as causas do Islã ou de um muçulmano.

Estudiosos muçulmanos Sunitas dizem que Takiyya é doutrina Xiita.

“Os crentes não tomam por confidentes os incrédulos, em detrimento de outros crentes. Aqueles que assim procedem, de maneira alguma terão o auxílio de Allah, salvo se for por precaução e resguardo contra eles”. Alcorão Sura 3: 28.

Há partes no alcorão e nas tradições que mostram Allah e Maomé mentindo para proteger a fé. Um exemplo disso é sobre a crucificação de Cristo (ou Issa para os muçulmanos). Islã diz que Issa foi trocado por Judas antes de ir para cruz, então crucificaram a Judas pensando que era Jesus, Judas ficou com a exata aparência de Cristo e por isso morreu, enquanto Allah levou Issa aos céus, então Allah enganou o povo, mentiu?

A Sharia, lei islâmica confirma que é permitido mentir para proteger a fé. Como confiar em alguém que pode mentir?

– Tawriya

Regra da Sharia permite que o fiel minta de uma maneira criativa. Por exemplo, quando um muçulmano ler a Sura 9:5 para um não muçulmano, que fala de matar os infiéis, o seguidor de Maomé pode dizer que o mandamento foi apenas para a época do “profeta” e não para os dias de hoje. É um Tawrita, uma ferramenta que permite “aliviar” os ensinamentos pesados.

– Kitman

Significa falar somente parte da verdade, ou seja, esconder o pior dos ensinamentos, termo mencionado na Sura 9:5, mas geralmente nas traduções para o português este sentido é camuflado, sendo assim, um muçulmano pode falar meia verdade sem pecar.

– Muruna  ( crença Sunita)

Este é um dos piores, significa “flexibilidade”, ou “se camuflar”, “passar despercebido”. Um muçulmano pode se infiltrar numa igreja e fingir que é um cristão, mas na verdade está usando Muruna para destruir ou confundir a outra fé sendo um lobo em pele de ovelha.

Islã permite ao fiel esquecer ou cancelar temporariamente passagens do Alcorão para benefício da crença.  A Sura 2:106, diz que se um muçulmano anular uma passagem do Alcorão, Allah vai dar outro conhecimento.

Muruna da também a um seguidor de Maomé a chance de “baixar a guarda” para evitar ser detectado, um grande exemplo disso foi o caso dos terroristas do 11 de setembro nos Estados Unidos. Quando estavam preparando o ataque, eles visitavam bares, ficavam bêbados (algo extremamente proibido no Islã) tudo para não parecerem radicais, eles não se vestiam e nem tinham comportamentos de um muçulmano.

Também é permitido casar com uma não muçulmana, em países não muçulmanos isso é uma prática muito comum de infiltração, uma das preferências dos homens são mulheres cristãs, pois a chance de achar uma virgem é maior.

É uma doutrina que traz confusão no mundo Ocidental, algo usado para chamar ou liderar toda uma geração para voltar ao temido Califado Islâmico, mesmo que seja preciso usar a ideologia ou o terror. Muruna permite tudo que é proibido.

– Hudna

É uma doutrina perigosa, permite ao muçulmano fingir uma trégua ou fazer um falso termo de paz que pode ser quebrado a qualquer momento. É muito comum ver casos assim hoje, países de maioria muçulmanas em conflito usam muito esta doutrina.

Outros termos que dão privilégios aos muçulmanos:

– Mut´a  (Doutrina Xiita)

Casamento provisório, ou prostituição regularizada. Para os Sunitas o termo é “misyar”, que significa “suprir as necessidades sexuais dos viajantes”, é algo tão praticado que existe até sites de “casamentos temporários”, onde o muçulmano pode marcar encontros para ter relações sexuais durante horas ou dias, após o encontro, o contrato é anulado sem problemas. Tudo sem burocracia ou testemunhas. Os Xiitas acreditam que a aprovação de Allah e do alcorão é o suficiente para satisfazer as necessidades sexuais.

– Jihad Niqab

Não menos pior, uma modinha criada para ajudar aos guerreiros de Allah. Funciona da seguinte maneira: mulheres “santas” se inscrevem voluntariamente no programa Jihad Niqab para irem a guerra fazer sexo com vários soldados, ajudando a tirar o estress da batalha. Há vídeos no Youtube mostrando o treinamento dessas mulheres.

“porque meu povo se perde por falta de conhecimento;

por teres rejeitado a instrução, excluir-te-ei de meu sacerdócio;

já que esqueceste a lei de teu Deus,

também eu me esquecerei dos teus filhos”.

Oséias 4:6

 

Hoje lemos notícias de igrejas fazendo alianças com muçulmanos, governos dando terras para construções de mesquitas, mais muçulmanos na política ocidental, “islãmofobia” que é o Islã pegando carona com as “fobias”, invasão de ideologia terrorista na internet. O islã se camufla na frase: “venham conhecer nossa cultura”, no Brasil tudo é cultura.

Lembre-se porém que o Islã não faz alianças.

 

Apenas uma pequena e barulhenta parcela dos seguidores de Maomé entre os 1.7 bilhão são terroristas, mas minha preocupação é que todos (moderados ou fundamentalistas) tem em casa o mesmo livro.

Com o crescimento da ideologia terrorista, o combustível para o extremismo já está nos lares de mais de um terço do mundo.

 

 

Texto de Cilvio Meireles

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