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A Cristolândia é uma iniciativa dos batistas brasileiros, através da Junta de Missões Nacionais (JMN) e da Convenção Batista Brasileira (CBB), numa parceria com a Primeira Igreja Batista (PIB) de São Paulo, partindo da necessidade de combater a epidemia que vem se alastrando no Brasil, as drogas.

Em tão pouco tempo e com resultados positivos, o trabalho, chamado de “Missão Batista Cristolândia” que começou com objetivo de transformar “Cracolândia” em “Cristolândia”, cresceu, e foi promovido a “Ministério Cristolândia” tendo já alcançado milhares de vidas.

Para o diretor executivo de Missões Nacionais, Fernando Brandão, os desafios que a organização enfrenta para manter o projeto ativo e crescendo é desafiador.  “Os desafios são enormes. As drogas se proliferaram de tal maneira que se tornaram numa pandemia. Hoje temos centenas de cracolândias em todo o Brasil. É extremamente complexo e desafiador iniciar projetos missionários nestas áreas, principalmente porque o custo é muito alto e são poucos os obreiros preparados para este tipo de trabalho. Desenvolver projetos que alcancem adolescentes e jovens para preveni-los contra as drogas é outro grande desafio”, analisa.

Para ser voluntário na Missão Cristolândia, é preciso preparo para enfrentar os desafios materiais e espirituais. Por isso há um treinamento presencial com três meses de duração em regime de internato, e que envolve disciplinas como: vocação, vida cristã, doutrina, evangelização, discipulado, missões, saúde, dependência química, entre outras.

O início

Tudo começou com o pastor Humberto Machado, um ex-viciado em drogas que está liberto há 30 anos. Foi ele quem idealizou e criou do projeto Cristolândia. Segundo o pastor Humberto o projeto teve início após uma conversa que teve com um traficante, que o perguntou por que as igrejas são chamadas de hospital, se elas ficam fechadas? “Eu dou atendimento 24 horas” afirmou o traficante. Foi então que Humberto decidiu abrir uma Igreja 24 horas para atender os viciados e todos que necessitam de ajuda.

E foi nessa porta aberta constantemente que Mônica Araújo viu uma luz no fim do túnel. Ex-corretora de imóveis e com uma vida estabilizada economicamente, viu tudo mudar quando sofreu uma decepção amorosa. Esse motivo foi o estopim para o envolvimento com as drogas. Mônica passou a incluir na rotina falsos amigos, noitadas, bebidas e drogas.

Assista o vídeo e conheça o lindo testemunho de Mônica Clique aqui

 

 

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