Há aproximadamente 4 mil anos Deus pediu que Abraão sacrificasse seu filho numa montanha. A Bíblia diz que foi Isaque, mas os muçulmanos negam afirmando que foi Ismael, irmão de Isaque. A palavra de Abraão ao seu filho naquele momento, entretanto, ecoa até hoje para aqueles que rejeitam o sentido do natal. Abraão disse ao seu filho: “Deus proverá para si o cordeiro”. E Deus, que impediu o sacrifício do filho de Abraão, proveu realmente para si o cordeiro, quando há dois mil anos enviou, não o filho de Abraão, mas sim o seu próprio, para morrer naquela cruz no lugar dos “Isaques” e “Ismaeis” deste mundo. Naquele dia o cutelo na mão de Deus não parou, e o Filho de Deus morreu. Morreu para ressuscitar ao terceiro dia, trazendo uma nova esperança e nova vida para todos os que cressem nele! Enquanto Jesus for rejeitado e o natal não se tornar uma realidade no nosso coração, continuaremos a sacrificar nossos filhos e filhas no altar do orgulho e da ideologia, do materialismo e da política, em nossas guerras sem sentido, seja na Síria, no Afeganistão, na Europa, ou onde for. Judeus e muçulmanos, ateus e hindus precisam enxergar o Deus encarnado, o único Deus e verdadeiro que se fez homem e se sacrificou numa cruz em nosso lugar. Jesus não exige a morte de ninguém, nem crucifica os que se opõem. por estes, e nos ensina a fazer o mesmo pelos outros. Que neste natal Jesus nasça, mas agora no seu coração. Somente assim haverá paz em sua vida! Feliz Natal!
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